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segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
domingo, 25 de outubro de 2009
Eu profundo, tango lento...
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
sexta-feira, 8 de maio de 2009
terça-feira, 21 de abril de 2009
Spring is back!
terça-feira, 2 de setembro de 2008
O meu jardim!
Tô relendo minha lida, minha alma, meus amores.Tô revendo minha vida, minha luta, meus valores.
Refazendo minhas forças, minhas fontes, meus favores.
Tô regando minhas folhas, minhas faces, minhas flores.
Tô limpando minha casa, minha cama, meu quartinho.
Tô soprando minha brasa, minha brisa, meu anjinho.
Tô bebendo minhas culpas, meu veneno, meu vinho.
Escrevendo minhas cartas, meu começo, meu caminho.
Estou podando meu jardim.
Estou cuidando bem de mim.
Vander Lee, Meu Jardim
quinta-feira, 7 de agosto de 2008
terça-feira, 17 de junho de 2008
quinta-feira, 29 de maio de 2008
quarta-feira, 30 de abril de 2008
sábado, 26 de abril de 2008
Kiss me

Em todas as ruas te encontro
em todas as ruas te perco
conheço tão bem o teu corpo
sonhei tanto a tua figura
que é de olhos fechados que eu ando
a limitar a tua altura
e bebo a água e sorvo o ar
que te atravessou a cintura
tanto tão perto tão real
que o meu corpo se transfigura
e toca o seu próprio elemento
num corpo que já não é seu
num rio que desapareceu
onde um braço teu me procura
Em todas as ruas te encontro
em todas as ruas te perco
Mário Cesariny
quinta-feira, 24 de abril de 2008
sábado, 19 de abril de 2008
(Já não) Morro lentamente...

Morre lentamente quem se transforma em escravo do hábito, repetindo todos os dias os mesmos trajectos, quem não muda de marca, não se arrisca a vestir uma nova cor ou não conversa com quem não conhece.
Morre lentamente quem faz da televisão o seu guru.
Morre lentamente quem evita uma paixão, quem prefere o negro sobre o branco e os pontos sobre os “is” em detrimento de um redemoinho de emoções, justamente as que resgatam o brilho dos olhos, sorrisos dos bocejos, corações aos tropeços e sentimentos.
Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz com o seu trabalho, quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho, quem não se permite pelo menos uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos.
Morre lentamente quem não viaja, quem não lê, quem não ouve música, quem não encontra graça em si mesmo.
Morre lentamente quem destrói o seu amor-próprio, quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente, quem passa os dias queixando-se da sua má sorte ou da chuva incessante.
Morre lentamente, quem abandona um projecto antes de iniciá-lo, não pergunta sobre um assunto que desconhece ou não responde quando indagado sobre algo que sabe.
Evitemos a morte em doses suaves, recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior que o simples facto de respirar. Somente a perseverança fará com que conquistemos um estágio de esplêndida felicidade.
Pablo Neruda, Muere lentamente
Morre lentamente quem faz da televisão o seu guru.
Morre lentamente quem evita uma paixão, quem prefere o negro sobre o branco e os pontos sobre os “is” em detrimento de um redemoinho de emoções, justamente as que resgatam o brilho dos olhos, sorrisos dos bocejos, corações aos tropeços e sentimentos.
Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz com o seu trabalho, quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho, quem não se permite pelo menos uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos.
Morre lentamente quem não viaja, quem não lê, quem não ouve música, quem não encontra graça em si mesmo.
Morre lentamente quem destrói o seu amor-próprio, quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente, quem passa os dias queixando-se da sua má sorte ou da chuva incessante.
Morre lentamente, quem abandona um projecto antes de iniciá-lo, não pergunta sobre um assunto que desconhece ou não responde quando indagado sobre algo que sabe.
Evitemos a morte em doses suaves, recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior que o simples facto de respirar. Somente a perseverança fará com que conquistemos um estágio de esplêndida felicidade.
Pablo Neruda, Muere lentamente
segunda-feira, 14 de abril de 2008
quinta-feira, 27 de março de 2008
sexta-feira, 14 de março de 2008
sou.não sou.
sou. não sei ser metade.
vivo. a zero ou a mil num vendaval.
estanco. finco o pé na vontade ou na ausência total de.
sei. vale sempre a pena ou não vale nunca.
quero. o mundo inteiro ou o meu quarto de criança.
consigo. tudo ou nada de nada.
dou. mim de mim, tudo de tudo, sempre para sempre.
não sou. inteira sou a dobrar.
domingo, 23 de dezembro de 2007
terça-feira, 4 de dezembro de 2007
«com um brilhozinho nos olhos»
como o sol que brilha incansável, mesmo nos dias que choram tristes de chuva...
como as estrelas que não deixam de luzir nunca, mesmo num céu de breu...
também eu sonho ainda... a vida...
sexta-feira, 27 de julho de 2007
CONVITE – jornal Ponto Final
we want you for VIOLENT FEMMES!O jornal diário PONTO FINAL lançou recentemente um espaço dedicado às mulheres residentes em Macau. O Violent Femmes, esta área integra a secção O’moonlheres publicada nas páginas centrais à sexta-feira.
*Conceito*: espaço feminino de participação rotativa aberto a mulheres e homens que desejem abordar o universo feminino de Macau. Todas as semanas uma mulher/um homem de Macau - que vive, viveu por cá - é convidado a participar nesta área através de textos ou imagens. Pode assinar com pseudónimo em casos excepcionais. A mesma pessoa poderá participar mais que uma vez nesta área. O convite mantém-se enquanto esta área for publicada no jornal Ponto Final.
A coordenação destas páginas reserva-se o direito de recusar publicar artigos que não reflictam este espírito.
*Formato*:
Texto:
. artigo de opinião sobre um assunto de actualidade premente das mais variadas áreas como a política, a cultura, a sociedade, a economia.
. conto, poema, texto de teor filosófico ou uma mera abstracção.
- A acompanhar o texto serão sempre publicadas imagens, fornecidas ou não pelo autor, dada a importância da imagem nesta secção que ocupa as centrais a cores da edição de sexta-feira do jornal Ponto Final.
Imagem + legenda:
. fotografia, ilustração, desenho, pintura, instalação…
. legenda: pequeno texto que acompanha imagem
*Tema*: qualquer assunto relacionado com o universo feminino de Macau, desde abstracções, emoções femininas e sentimentos de Macau a temas de actualidade
*Dimensão*:
TEXTO: Até 24 000 caracteres
- por semana só podem ser publicados até 6000 caracteres, daí que textos que excedam essa dimensão possam ser publicados até três ou quarto semanas seguidas. De notar que o texto pode ter apenas 1000 caracteres.
IMAGEM: tem de ter muita qualidade, pelo menos 1M
*Procedimento*:*
1º - envio da proposta para cultura_ponto@yahoo.co.uk e lei_mod_si@yahoo.co.uk indicando tema, formato, dimensão, data de entrega.
2º - aprovada a colaboração, o texto e/ou imagem são enviados para cultura_ponto@yahoo.co.uk e lei_mod_si@yahoo.co.uk. Se o texto estiver escrito em inglês será traduzido para português. Se o texto for escrito em português é sujeito a revisão/edição. Em ambos os casos é enviado para o autor para respectiva apreciação. As sugestões são assinaladas através do sistema /Track Changes/ do Word, pelo que podem ser recusadas/aceites facilmente. Revisto pelo autor, o texto final é enviado de novo para a coordenação destas páginas através do mesmo email para publicação.
Servem estas indicações como guias de funcionamento da Violent Femmes, podendo alterar-se para melhor servir o espírito destas páginas e respectivas colaborações. Não se trata de um concurso, nem estas colaborações são pagas, tendo apenas o intuito de dar a conhecer o universo feminino daquilo que é, que se pensa que é, da imagem que se tem deste.
Todo o tipo de informação relacionada com o universo feminino é bem-vindo para melhorar estas páginas e assim reflectir cada vez mais o espírito feminino de Macau, seja na forma de opiniões e comentários, seja na divulgação de informações de interesse feminino e sobre o trabalho de mulheres residentes de Macau dentro e fora da região. Todas as opiniões construtivas são válidas. De notar que estas páginas não são dedicadas a nenhuma espécie de ideal como seja o feminismo, tanto que o espaço é aberto aos homens que queiram reflectir sobre assuntos femininos ou revelar a sua perspectiva dos mesmos e assim desejarem colaborar nestas páginas.
Se estiver interessada(o) escreva para cultura_ponto@yahoo.co.uk e lei_mod_si@yahoo.co.uk apresentando a sua proposta.
quinta-feira, 19 de julho de 2007
«Japanese women don't get Old or Fat»
Foi o que sucedeu com Naomi Moryiyama, autora deste livro, numa loja dos EUA, quando lhe pediram o BI, para comprovar que era maior de 21 anos!!!
Ora, daqui inferirão as leitoras deste blog, como eu fiz, de resto, que este livrinho só pode ser um verdadeiro sucesso!!! Sobretudo em plena época de veraneio!...
Naomi reside actualmente nos States, mas guarda bem presentes as recordações de uma infância no Japão. Desde sempre se deixou fascinar pela cultura nipónica, regressando amiúde à terra natal, mais especificamente à cozinha da sua mãe, Chizuko.
O objectivo é claro: ensinar a viver uma vida longa, saudável e, de preferência, com uma "cinturinha de vespa"!!!
Dos pilares da alimentação japonesa - peixe, vegetais, arroz e muito chá - à importância do exercício físico, a autora revela-nos os segredos da longevidade, incluindo, aqui e ali, inúmeros exemplos da sua própria experiência.
Por exemplo, no Capítulo III, é-nos devendado o segredo n.º 5 da cozinha de Chizuko: "As japonesas são as rainhas do pequeno-almoço poderoso."
Descubra porquê e siga a receita...eu cá, estou fã!
E se ainda não tem leitura de férias, então delicie-se com esta verdadeira bíblia da beleza feminina!Um must!
de Naomi Moriyama e William Doyle, Japanese women don't get old or fat -Vermilion (21, 42€)
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