segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
sexta-feira, 8 de maio de 2009
terça-feira, 21 de abril de 2009
Spring is back!
terça-feira, 2 de setembro de 2008
O meu jardim!
Tô relendo minha lida, minha alma, meus amores.Tô revendo minha vida, minha luta, meus valores.
Refazendo minhas forças, minhas fontes, meus favores.
Tô regando minhas folhas, minhas faces, minhas flores.
Tô limpando minha casa, minha cama, meu quartinho.
Tô soprando minha brasa, minha brisa, meu anjinho.
Tô bebendo minhas culpas, meu veneno, meu vinho.
Escrevendo minhas cartas, meu começo, meu caminho.
Estou podando meu jardim.
Estou cuidando bem de mim.
terça-feira, 17 de junho de 2008
quinta-feira, 29 de maio de 2008
quarta-feira, 30 de abril de 2008
sábado, 26 de abril de 2008
Kiss me

Em todas as ruas te encontro
em todas as ruas te perco
conheço tão bem o teu corpo
sonhei tanto a tua figura
que é de olhos fechados que eu ando
a limitar a tua altura
e bebo a água e sorvo o ar
que te atravessou a cintura
tanto tão perto tão real
que o meu corpo se transfigura
e toca o seu próprio elemento
num corpo que já não é seu
num rio que desapareceu
onde um braço teu me procura
Em todas as ruas te encontro
em todas as ruas te perco
Mário Cesariny
quinta-feira, 24 de abril de 2008
sábado, 19 de abril de 2008
(Já não) Morro lentamente...

Morre lentamente quem faz da televisão o seu guru.
Morre lentamente quem evita uma paixão, quem prefere o negro sobre o branco e os pontos sobre os “is” em detrimento de um redemoinho de emoções, justamente as que resgatam o brilho dos olhos, sorrisos dos bocejos, corações aos tropeços e sentimentos.
Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz com o seu trabalho, quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho, quem não se permite pelo menos uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos.
Morre lentamente quem não viaja, quem não lê, quem não ouve música, quem não encontra graça em si mesmo.
Morre lentamente quem destrói o seu amor-próprio, quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente, quem passa os dias queixando-se da sua má sorte ou da chuva incessante.
Morre lentamente, quem abandona um projecto antes de iniciá-lo, não pergunta sobre um assunto que desconhece ou não responde quando indagado sobre algo que sabe.
Evitemos a morte em doses suaves, recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior que o simples facto de respirar. Somente a perseverança fará com que conquistemos um estágio de esplêndida felicidade.
Pablo Neruda, Muere lentamente
domingo, 23 de dezembro de 2007
terça-feira, 4 de dezembro de 2007
«com um brilhozinho nos olhos»
como o sol que brilha incansável, mesmo nos dias que choram tristes de chuva...
como as estrelas que não deixam de luzir nunca, mesmo num céu de breu...
também eu sonho ainda... a vida...
quarta-feira, 4 de julho de 2007
sexta-feira, 22 de junho de 2007
Obrigada, Querida Tia Fenomenal!

Mas o que é mais importante não muda;
A tua força e convicção não têm idade.
O teu espírito é como qualquer teia de aranha.
Atrás de cada linha de chegada, há uma de partida.
Atrás de cada conquista, vem um novo desafio.
Enquanto estiveres viva,
Se sentes saudades do que fazias,VOLTA A FAZÊ-LO.
Não vivas de fotografias amarelecidas...
Não deixes que enferruje o ferro que existe em ti.
Faz com que em vez de pena, te tenham respeito.
Quando não conseguires correr através dos anos,
TROTA!
Quando não consigas trotar,
Madre Teresa de Calcutá
sábado, 19 de maio de 2007
Vazio Sublime
E mais uma vez - não a última, seguramente... - constato que a vida é isto...Feita de nada!...Rien de rien!
Moins que rien!...
Olho para mim e vejo-me inteira...
O gin secou-me a garganta que calo, enfim, para poupar a voz que me resta..
E nas minhas mãos, o vazio...
A direita, cheia de nada!...
A outra, de coisa nenhuma!...
Sorrio-me...
Sou feliz a cada dia que passa...
Nem sei bem como, nem porquê...
O certo é que o sorriso colou-se-me à alma e o corpo já não me deixa mentir...
quarta-feira, 9 de maio de 2007
águas passadas não movem moinhos...de vento!
Um destes dias subi ao cimo de mim...Ao mais alto...e não foi a voar!...
Deixei lá atrás as sandálias de barro e enraizei meus pés alados na terra-mãe...
Fui subindo, afoita mas tímida e não segura!...
Cheguei tão alto que podia ver o mar e o céu e a terra...tudo em um!
Amei-me, incrédula, como nunca, como nem sabia possível...
Amei-me inteira, tão pequenina... qual grão de sal!...
Amei-me, enfim, porque logrei querer-me tal como sou...
E, agora, qual Narciso, amo-me uma e outra vez...
Todos os dias, num abraço apertado que não parece consolar-me jamais!...
Louca de paixão por mim, deixo invadir-me por esses seres coloridos borboleteando meu estômago e ainda outras coisas mais...
Essas todas que sentimos embriagados de paixão!...
Enamorada que estava de mim, gritei tão alto lá do cimo, crente e querendo que o mundo inteirinho ouvisse!...
"_Em vão!", ofeguei...
Pude perceber, suspirante, que o meu mundo sempre era um palco...
E eu... prima donna, mas mera actriz...não quero nunca, nem posso esquecê-lo!...
Exaspero,impaciente, pela deixa...
Espero toda nervosa miudinha e entro, enfim, em cena...
Entro e saio, já sem excentricidades artísticas...
Bem ao ritmo das didascálias, nesse rodopio irascível que só conhece quem tossiu o pó acumulado dos bastidores...
Saio e entro até um dia...
Até que a voz magoe a alma e o pano cáia pesado, exaurido das horas gastas...
Pelo tempo e pelo suor dos projectores...
Não preciso, já, de subir ao cimo da serra para que me vejam!...
Nem de gritar tão alto, para que me oiçam!...
Tão-pouco preciso dum palco para merecer aplausos!...
Sou eu, só...ínfima, contudo incomensuravelmente livre!...
Filha do vento, sempre!...
Presa, porém, porquanto assim o querer...
A esse chão aconhegante...
O chão das minhas raízes mais fundas...
Que a minha vida seja sempre essa ventoinha bolineira!...
Mas não possa esta jornada que trilho jamais soltar-se do chão terno que a segura!
Pappis e Mano:
_ Obrigada por TUDO quanto me ensinais e ficai sabendo que, enfim só, sou final e infinitamente toda feliz!...
;o)))))))))))))))))))))))))))))))))))))))
quarta-feira, 2 de maio de 2007
De profundis animae meae...
Já dizia o Palma a trautear uma das suas tantas canções intemporais:
_"Tira a mão do queixo/não penses mais nisso.../
O que lá vai já deu o que tinha a dar!.../
Quem ganhou, ganhou... e uzou-se disso/
Quem perdeu há-de ter...mais cartas pra dar.../
E enquanto alguns fazem figura.../
Outros sucumbem à batota!/
Chega a mão onde tu quiseres.../
Mas goza bem a tua rota.../
Enquanto houver estrada para andar.../
A gente vai continuar...enquanto houver estrada para andar!..../
Enquanto houver ventos e mar, a gente não vai parar.../
Enquanto houver ventos e mar.../
Todos nós pagamos por tudo o que usamos/
O sistema é antigo e não poupa ninguém...não!.../
Somos todos escravos do que precisamos.../
Reduz as necessidades.../
Se queres passar bem..../
Que a dependência é uma besta!.../
Que dá cabo do desejo!.../
E a liberdade é uma maluca!.../
Que sabe quanto vale um beijo!.../
Enquanto houver estrada para andar.../
A gente vai continuar...enquanto houver estrada para andar!..../
Enquanto houver ventos e mar, a gente não vai parar.../
Enquanto houver ventos e mar..."
Inspirada pela letra, meus amores, resolvi dedicar-vos esta missiva:
Queridos amigos,
Se pensais que não sois grande coisa..., como eu, de resto...quase todas as vezes...
Posso já adiantar-vos que estais em condições de o chegar a ser...breve, muito breve...um destes dias!...
Se julgais não valer nada, desenganai-vos....
Pois que, com esse pensamento, lograsteis já superar-vos!
Se quereis melhorar e, para tal, procurardes ajuda...
Exultai,pois, que meio caminho trilhasteis de um golpe só, ainda que sentindo-vos atolados na lama dos vossos pensamentos!...
E se já estais no caminho certo... então, digo-vos eu, agora:
-"Ide devagar... cabeça e coração além, no alto, mas pés, aqui,no chão bem firme!... Para não massacrardes o corpo de nódoas negras, como as que trago tatuadas por debaixo da minha pele...
Marcas que ficaram dessas quedas à toa...uma, duas... já as nem conto!...Sei que outras mais virão, até que me endireite de vez...Mas inda falta...não falta já tudo, mas falta tanto...
Sabereis, concerteza (e muitos, até, bem melhor do que eu...), que a paciência é uma imensa virtude e que "depressa e bem, não há quem!..."
Por isso, crede nisto que vos digo:
_"Tarde ou cedo chegareis ao vosso destino! Mas é urgente a calma!..."
Só há muito pouco, há poucochinho... aprendi que quando somos intrinsecamente bons, não vemos maldade em lado nenhum, nem em ninguém...
Por isso perdoamos com a mesma destreza com que nos vestimos todos os dias...
Podemos arranjar, até, mil desculpas pelos erros, nossos e dos outros, mas jamais os diremos imperdoáveis!....
Já quando somos maus (anjos negros...lembrai que também eu já fui um!...) dificilmente nos convencemos que haja gente boa neste mundo, pelo contrário, apontamos o dedo a tudo,a todos... desculpando-nos, cegos que somos, com um cliché tão banal quanto imberbe, como um "Ninguém me compreende...!"
E sabeis que mais?...
Esquecei os outros!...Fazei esse esforço, que "tudo vale a pena quando a alma não é pequena", como ensinava o Pessoa!
E porque, hoje - está visto! - estou numa de ditados pop,olhai egoisticamente para dentro de vós sós... que "mais vale sós que mal acompanhados!..."
Centrai-vos no que verdadeiramente importa aí no fundo!...Todos os dias, por um minuto que seja!...
E lembrai-vos a todo o momento que a família é, sempre e incondicionalmente, nosso porto seguro - nossos pais, irmãos e amigos estarão sempre de braços abertos para nos receberem, mesmo no longe e na distância...
Em linguagem metafórica, permiti-me tão-só que vos desenhe esta imagem oftalmológica, para vos dizer que tudo depende da cor da lente com que vemos, a nós e aos demais!...
Se estiver limpa, tudo será claro aos nossos olhos...
Ao invés, quando se nos embaciam as pupilas, tudo nos aparecerá turvo e fosco!....
Vá, vamos a isto...
É ALVORAAAAAAAAAAAAAAAAADA!
Toca a levantar esses rabinhos e a acordar para Vida!
Ela aí está, à nossa frente!...
É já tempo de nos convencermos, de uma vez por todas, que o maior inimigo de nós próprios somos nós mesmos e a nossa vontade...ou a falta dela!...
Vá... toca a desentorpecer esses corpinhos que a distância inda é longa, mas o tempo, esse?....
Esse temos nós de sobra!...
Adiante... - e deixai-me ainda dizer-vos em bom português - que "prá frente é que é Lisboa!"
besos tantos,
elsita
Coimbra, Lar doce lar dos pais, aos 02 de Maio de 2007,15h27.
quarta-feira, 25 de abril de 2007
"i can see clearly now the rain is gone..."
U've always been my wings when i believed i've forgotten how to fly!...
U'll always feel as shining stars for ever tatooed under my skin....
Each and every one of u did teach me, in so many different ways, how to ride this life with brave purposes and raceless...
U were right and i'm sorry for neglecting it for so long...
No matter what, though, it's never too late for "thank yous", is it?...
Well, thank You All, then...
For your colourful rays of light...each with its special and unique scent...
U'll always inspire me as that sweet, warm, beautiful rainbow that comes out to cheer me up, every time a rainy day falls down on my soul!...
(especially dedicated to EG, JPV, RE, JL, RCB, JD and BC)
terça-feira, 24 de abril de 2007
M. Ward Chinese Translation
What do i do with the pieces of a broken heart?...
Anyone?...
I shall rise right from its ashes...like the phoenix...
Like that reborn féng-huàng i once was, remember?...
Well, i do...
鳳凰[Féng-Huàng]...
捨我其誰?[Who else, but me?]...
;o)





