
Recordo hoje, com saudade imensa, a primeira vez que li "Sputnik, meu amor" -Spūtoniku no koibito- de Murakami... Recordo, com coração apertado, as brilhantes dissertações acerca dos sonhos e das necessidades que temos em pertencer, em ser, viver, sentir, amar e ser amado.
“Porque será que estamos condenados a ser assim tão solitários? Qual a razão de tudo isto? Há tanta gente, tanta gente neste mundo, todos à espera de qualquer coisa uns dos outros e, contudo, todos irremediavelmente afastados. Porquê? Continuará a Terra a girar unicamente para alimentar a solidão dos homens?”
Quase me esquecia de viver...
Talvez depois do dia de hoje me volte a recordar!